Quem sou eu
- Ollie
- Sou a "equipe de um homem só" do Dimensão 42 e um dos resenhistas da Estação Jamzai.
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segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
Já teve um dia "daqueles"?
E um mês "daqueles"? E um ano? (Tá, um ano é muito exagero, mas vocês entenderam).
Estou desempregado (de novo), mas essa não é bem a questão.
A questão que eu quero levantar aqui (e não seria de muito bom tom levantar na Jamzai, por exemplo) é: o que fazer quando "se esforçar" parece não bastar/render frutos?
No meu último emprego permaneci por quase dois anos. Tudo o que foi pedido/ordenado foi feito. Tudo o que pudesse ser feito para facilitar a minha vida e a de meus colegas, também.
Sempre cheguei na hora e saí na hora (salvo situações urgentes, mas todas conversadas com meu superior imediato).
Reestruturação chega, quem é um dos primeiros (na verdade, segundo) a sair?
Preciso responder?
E foi no primeiro dia útil do ano.
Frustração é o que me vem a mente. Desde então. Até sonhar com aquele ambiente tenho sonhado.
Dose não é? Podia sonhar com a menina que eu gostaria de ter namorado na adolescência, com a menina que hoje preenche alguns dos meus pensamentos, sonhado com viagens, com superpoderes...até em ganhar na loteria.
Não. O que aparece em alguns dos meus sonhos, é o escritório.
Isso que é falta de uma vida social mais saudável, não?
Se bem que a minha era, como a de todo "nerd clássico" meu "fechada". Estudava (não muito, mas o suficiente para boas notas), lia, jogava games.
Nunca tive muito sucesso com o sexo oposto. Sempre que tentei chamar uma garota pra sair ou saí com uma de fato, nunca deu lá muito certo.
As desculpas para a recusa dos convites eram/são variadas: viagens, estudos, falta de grana e outros compromissos.
E nas vezes que saí, nunca rolou nada a mais.
(O problema deve ser comigo).
Sempre que eu digo que muitas mulheres gostam de caras que tenham lá atrativos (a saber: grana, carro, físico) dizem que estou errado, que o que querem é um cara sensível, que escute, que as trate bem e "blá, blá blá" (só vocês verem as atualizações que pingam nas suas redes sociais, é isso o que elas colocam lá)
Então por quê é tão dificil conseguir alguém pra ficar junto?
Tentei chegar pela rede em uma tempos atrás. Por seis meses falei com a irmã desta porque ela mesmo não entrava em rede. Fiquei a ver navios.
Tentei com outra recentemente. Cheguei de forma mais "descolada" (tipo aquelas cantadas do Diogo Portugal no show dele).
Tirou comigo dizendo pra não usar essas "cantadas baradas" o que meio que me desarmou.
Realmente não sei que abordagem usar. Nem sei se tem uma.
Talvez seja questão dos astros estarem alinhados ou tortos.
Ou o fato de, mesmo quando trabalhava, não ganhar "rios de dinheiro".
Deixa pra lá, vai ver estou só tendo um "dia daqueles"
E um mês "daqueles"? E um ano? (Tá, um ano é muito exagero, mas vocês entenderam).
Estou desempregado (de novo), mas essa não é bem a questão.
A questão que eu quero levantar aqui (e não seria de muito bom tom levantar na Jamzai, por exemplo) é: o que fazer quando "se esforçar" parece não bastar/render frutos?
No meu último emprego permaneci por quase dois anos. Tudo o que foi pedido/ordenado foi feito. Tudo o que pudesse ser feito para facilitar a minha vida e a de meus colegas, também.
Sempre cheguei na hora e saí na hora (salvo situações urgentes, mas todas conversadas com meu superior imediato).
Reestruturação chega, quem é um dos primeiros (na verdade, segundo) a sair?
Preciso responder?
E foi no primeiro dia útil do ano.
Frustração é o que me vem a mente. Desde então. Até sonhar com aquele ambiente tenho sonhado.
Dose não é? Podia sonhar com a menina que eu gostaria de ter namorado na adolescência, com a menina que hoje preenche alguns dos meus pensamentos, sonhado com viagens, com superpoderes...até em ganhar na loteria.
Não. O que aparece em alguns dos meus sonhos, é o escritório.
Isso que é falta de uma vida social mais saudável, não?
Se bem que a minha era, como a de todo "nerd clássico" meu "fechada". Estudava (não muito, mas o suficiente para boas notas), lia, jogava games.
Nunca tive muito sucesso com o sexo oposto. Sempre que tentei chamar uma garota pra sair ou saí com uma de fato, nunca deu lá muito certo.
As desculpas para a recusa dos convites eram/são variadas: viagens, estudos, falta de grana e outros compromissos.
E nas vezes que saí, nunca rolou nada a mais.
(O problema deve ser comigo).
Sempre que eu digo que muitas mulheres gostam de caras que tenham lá atrativos (a saber: grana, carro, físico) dizem que estou errado, que o que querem é um cara sensível, que escute, que as trate bem e "blá, blá blá" (só vocês verem as atualizações que pingam nas suas redes sociais, é isso o que elas colocam lá)
Então por quê é tão dificil conseguir alguém pra ficar junto?
Tentei chegar pela rede em uma tempos atrás. Por seis meses falei com a irmã desta porque ela mesmo não entrava em rede. Fiquei a ver navios.
Tentei com outra recentemente. Cheguei de forma mais "descolada" (tipo aquelas cantadas do Diogo Portugal no show dele).
Tirou comigo dizendo pra não usar essas "cantadas baradas" o que meio que me desarmou.
Realmente não sei que abordagem usar. Nem sei se tem uma.
Talvez seja questão dos astros estarem alinhados ou tortos.
Ou o fato de, mesmo quando trabalhava, não ganhar "rios de dinheiro".
Deixa pra lá, vai ver estou só tendo um "dia daqueles"
Marcadores: Papo Furado
sexta-feira, 31 de dezembro de 2010
Muito bem meninos e meninas, eis o meu último texto de 2010. Amanhã a esta hora já será de fato um ano novo, uma nova página em branco onde poderemos escrever mais um capítulo de nossa história. Uma nova oportunidade para rir, chorar, enfrentar novos desafios, desafiar limites...
Que em 2011 possamos ser mais ousados, traçar metas mais sólidas para nossas vidas, que possamos enfim (ou novamente) declarar nossos sentimentos para a pessoa (ou pessoas) que realmente faz(em) sentido em nossas vidas.
São 365 tentativas de fazer algo maior e melhor, com todo o potencial e honestidade que todos tem dentro de si, por mais latente que isso seja.
Uma nova leva de eventos e acontecimentos está para acontecer...e eu farei o possível pra presenciar o máximo deles que puder.
E vocês?
Nos vemos em 2011. Feliz Ano Novo
Aliás provavelmente vá ser o meu último texto aqui no Dimensão 42. Vou continuar mais na Jamzai mesmo. É mais prático ficar em um único blog do quê conciliar dois ou mais.
Mas em 2011 talvez eu poste pelo menos uma vez ao mês aqui. Fechado?
Marcadores: Papo Furado
domingo, 2 de maio de 2010
Saudações! Depois de um "longo inverno" (ok...não tão longo assim) estou de volta as atividades do Dimensão 42. Vou tentar conciliar as atividades aqui e na Estação Jamzai, vejamos se dá certo.
Vamos ao filme:
Homem de Ferro 2 conta com praticamente todo o elenco do primeiro de volta (com excessão de Terence Howard, substituído por Don Cheadle no papel de Jim Rhodes). Nesta nova aventura vemos os desdobramentos de Tony Stark (Robert Downey jr.) ter revelado ao mundo que é o Homem de Ferro.
Entre alguns fatos novos estão: A S.H.I.E.L.D. e o governo dos Estados Unidos querem a tecnologia de Stark, o industrial Justin Hammer (Sam Rockwel, de O Guia do Mochileiro das Galáxias), está em um "embate" com Tony para conseguir fechar um contrato com o governo americano. Temos também as presenças de Scarlett Johasson como a nova secretária de Stark, Natalie Rushman (na verdade, a Viúva negra) e Mickey Rourke como o vilão russo Ivan Vanko, conhecido nos quadrinhos como Chicote.
Vamos aos acertos do filme (que são muitos): ele tem muito, mas muito mais ação do que o primeiro (realmente, como dizem outros críticos, não chega a ter o padrão Michael Bay de ação, mas quem se importa?). Temos aqui batalhas realmente épicas, que ao meu ver foi o que faltou (um pouco) no primeiro.
O elenco também está muito afiado, com destaques para Downey Jr. com seu cínico Tony Stark, Mickey Rourke com seu aterrorizador Chicote (a cena em Mônaco foi sensacional), e Don Cheadle, que teve a oportunidade de chegar quando seu personagem teve mais espaço de tela, ao contrário do primeiro filme (chegando a vestir e atuar com a armadura do Máquina de Combate).
A trilha sonora continua matadora, com Highway to Hell e Shoot to Thrill do AC/DC. Elas dão energia as cenas que aparecem.
PS: Existe uma cena logo após o filme terminar (embora em alguns cinemas talvez ela apareça logo após os créditos) que envolve alguns dos vindouros projetos da Marvel Studios.
PS2: O escudo do Capitão América aparece mais claramente neste filme, mas não da forma que você imagina (e definitivamente não é utilizado da forma que você espera).
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
Segundo o blog Melhores do Mundo (não confundir com a trupe de comédia) o ator Michael C. Hall, conhecido por seus trabalhos em Dexter e Six Feet Under declarou estar com câncer, mais especificamente o "linfoma de hodgkin".
Hall disse que o linfoma é "tratável e curável", e que deve voltar as gravações do quinto ano de Dexter ainda esse ano.
Michael C. Hall foi indicado ao Globo de Ouro por seu trabalho em Dexter, devendo comparecer na cerimônia acompanhado de sua esposa Jennifer Carpenter que, curiosamente, interpreta a meia-irmã do "psicopata-forense" no seriado.
Um de seus últimos trabalhos no cinema foi "Gamer" dos diretores Taylor/Neveldine.
PS: Com isso eu volto do período de férias, embora o compromisso assumido com a Jamzai acarrete em ter mais textos meus lá do que aqui. Mas para os ainda fiéis seguidores deste espaço vou fazer um texto que compartilharei com a Jamzai (ou vice-versa): a crítica de Sherlock Holmes. Fiquem ligados.
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
Salve, salve. Tirem as crianças da sala...opa, texto errado.
Segue o link:
http://www.youtube.com/watch?v=VybXGd5vD1M&feature=player_embedded
Pra quem não sabe, Kevin Smith é responsável por filmes de comédia voltados para nerds fanáticos (no qual me incluo com orgulho). Dentre seus trabalhos mais celebres estão: Dogma, O Balconista, Procura-se Amy e um dos mais recentes: Pagando Bem, Que Mal Tem?
Seus filmes são recheados de diálogos praticamente entupidos de citações pop, e acreditem, isso é muito insano (em O Balconista 2 ele faz dois personagens analisarem as trilogias Guerra nas Estrelas e Senhor dos Anéis. Clássico).
Ele também escreveu quadrinhos. Seu trabalho mais famoso (um dos poucos que conseguiu concluir) foi o arco de histórias do Demolidor, intitulado Diabo da Guarda. Eu li esse arco nos tempos da Abril (foi republicado a pouco tempo pela Panini.), realmente, é uma abordagem diferente das que já vi do defensor da Cozinha do Inferno.
E é isso. Até mais.
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
Saudações tripulantes.
Baixei o cd 11:45, da banda iLícita. Num passado não tão distante eu já falei deles aqui. Sua música sofre forte influência do pop/rock e do britpop, numa mistura que lembra de "A a Z", nomes como The Cranberries, Alanis Morissette, Radiohead, Little Joy (apesar desta ser mais nova) e outros.
Estou ouvindo ele de forma aleatória, pegando primeiro as faixas que já conhecia (Se Eu Puder Continuar, Mais Sobre Nós, Olhos de Sinatra...) e vendo se existem diferenças de arranjo. A princípio nada mudou muito (o que é bom) mas os arranjos estão melhores, a voz da vocalista está mais limpa e o ritmo está mais cadenciado, o que também é muito bom.).
Outro destaque também vai para Um Motivo. Num ritmo que lembra uma valsa (pelo menos a contagem de tempo lembra...se bem que eu "bombei" em divisão ritmica). Tem uma letra doce que remete, ao menos pra mim, lembranças antigas, amigos que não vejo há tempos e, por que não, um amor que ficou "inconcluso" (tá legal, posso ter viajado um pouco, mas escrever ouvindo musica faz isso comigo.).
O único show deles que vi data de dezembro de 2006. A formação era um pouco diferente da atual, mas foi uma banda que me surpreendeu muito. Longe do lugar comum das bandas "de garagem" da região, que primavam pelo pop/rock ou pelo punk/HC (o movimento EMO, por aqui, ainda estava longe), surpreendeu pela inventividade de seus acordes e presença de palco.
É isso. O cd está disponível no 4shared ou no trama virtual (conselho: baixem no trama se puderem. Sai na faixa e eles ainda ganham retorno com isso.)
Até mais.
*O nome é um jogo dos números 11 (de músicas) com o 45 (minutos) do disco.
Baixei o cd 11:45, da banda iLícita. Num passado não tão distante eu já falei deles aqui. Sua música sofre forte influência do pop/rock e do britpop, numa mistura que lembra de "A a Z", nomes como The Cranberries, Alanis Morissette, Radiohead, Little Joy (apesar desta ser mais nova) e outros.
Estou ouvindo ele de forma aleatória, pegando primeiro as faixas que já conhecia (Se Eu Puder Continuar, Mais Sobre Nós, Olhos de Sinatra...) e vendo se existem diferenças de arranjo. A princípio nada mudou muito (o que é bom) mas os arranjos estão melhores, a voz da vocalista está mais limpa e o ritmo está mais cadenciado, o que também é muito bom.).
Outro destaque também vai para Um Motivo. Num ritmo que lembra uma valsa (pelo menos a contagem de tempo lembra...se bem que eu "bombei" em divisão ritmica). Tem uma letra doce que remete, ao menos pra mim, lembranças antigas, amigos que não vejo há tempos e, por que não, um amor que ficou "inconcluso" (tá legal, posso ter viajado um pouco, mas escrever ouvindo musica faz isso comigo.).
O único show deles que vi data de dezembro de 2006. A formação era um pouco diferente da atual, mas foi uma banda que me surpreendeu muito. Longe do lugar comum das bandas "de garagem" da região, que primavam pelo pop/rock ou pelo punk/HC (o movimento EMO, por aqui, ainda estava longe), surpreendeu pela inventividade de seus acordes e presença de palco.
É isso. O cd está disponível no 4shared ou no trama virtual (conselho: baixem no trama se puderem. Sai na faixa e eles ainda ganham retorno com isso.)
Até mais.
*O nome é um jogo dos números 11 (de músicas) com o 45 (minutos) do disco.
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
E aí?
Mais uma vez desculpas ao séquito de seguidores que este blog tem, mas as férias vão ser um pouco mais longas.
Mas não fiquem tristes (até parece que alguém tá triste mesmo XD) fui convidado para compor o time de colaboradores do Estação Jamzai, então por ora vai ter mais posts lá do que aqui.
Segue link do primeiro texto oficial escrito lá (a crítica do Bastardos Inglórios que eu vinha prometendo):
E, nas palavras do próprio filme: o trabalho de um Bastardo nunca termina.
Volto em breve (é sério).
Marcadores: Início da "2º Temporada", Novos Rumos
terça-feira, 13 de outubro de 2009
Bastardos Inglórios.
The Big Bang Theory - 1ª Temporada
E, por ora, de volta ao período de férias. Esquenta não, até o fim de semana eu falo sobre esses dois tópicos.
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
Post rápido porque eu não vi toda a premiação, mas sério...Cine de banda revelação? Fresno de banda do ano? Holly Shit! Até parece que não ia dar isso mesmo.
Qual é, MTV!
Agora vamos de Aline.
Eu até gostei do seriado, Maria Flor tá legal no papel (bem maluquinha), mas esse lance meio psicodélico, de dancinhas e tal não vira. Isso devia ser limado.
Agora as "férias"...
Na boa, foi um mês sem postar, e o blog só volta de fato (se voltar) no mês que vem.
Continuo sem ritmo e sem inspiração. Esse texto aqui foi mais um "grito".
Até mais.
PS: Mion agora é da Record. Espero que goste de mais essa temporada na "emissora do bispo."
Marcadores: Papo Furado, Séries
domingo, 6 de setembro de 2009
Chegamos em setembro...e estou sem ânimo para escrever.
De dezembro pra cá falei sobre muitas coisas: filmes; minhas impressões sobre quadrinhos e outros projetos; minha participação em alguns eventos...enfim.
Só que ando um pouco estagnado. Meus textos andam irregulares. Salva-se um ou outro.
Talvez seja hora de mudar de estratégia.
Bom, é isso. Aos que acompanham este espaço meus agradecimentos.
Volto em breve.
PS: Aproveitem o feriado.
De dezembro pra cá falei sobre muitas coisas: filmes; minhas impressões sobre quadrinhos e outros projetos; minha participação em alguns eventos...enfim.
Só que ando um pouco estagnado. Meus textos andam irregulares. Salva-se um ou outro.
Talvez seja hora de mudar de estratégia.
Bom, é isso. Aos que acompanham este espaço meus agradecimentos.
Volto em breve.
PS: Aproveitem o feriado.
Marcadores: Fim da "1ª Temporada"
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
Não é nem de longe o que vocês estão pensando.
"Eu Te Amo, Cara" é um filme de comédia estrelado por Jason Segel, Paul Rudd e Rashida Jones. Onde um cara (Rudd) pede sua namorada (Jones) em casamento. Ela aceita.
Começam os preparativos do casamento. Quando pensa em alguém para padrinho ele se dá conta de uma coisa: passou a vida de namorada em namorada e não cultivou amigos.
Com isso o filme passa a mostrar o personagem principal tentando fazer amizades para convidar alguém para padrinho. É quando ele encontra o personagem de Jason Segel. Segel é um cara meio "boa vida"...gosta de uma curtição. Os dois se dão bem e travam uma amizade...e é aí que o noivado entra em conflito com a relação dos dois rapazes.
Esse filme faz parte da nova safra de comédias onde os homens são retratados como imaturos, meio que aquela passagem que fazemos da vida adolescente para a vida adulta. Eu assisti e recomendo. Não digo que me identifiquei com o personagem central porque comigo é o contrário: tenho várias pessoas com quem posso contar, mas não tenho nenhum "compromisso amoroso".
Em verdade esse filme trata de toda essa "camaradagem entre machos": as cervejadas, papo sobre mulheres (que inclui sexo), rock (no caso a banda Rush) e tudo aquilo que vemos por aí.
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
Cranberries volta a fazer turnês com a formação original.
0 comentários Quem disse foi Ollie às 01:10Segundo o site Vírgula, a banda The Cranberries fará uma turnê americana em 2009 e uma turnê européia em 2010, com a formação original depois de sete anos longe dos palcos.
Além de clássicos eles irão tocar músicas do segundo trabalho solo da vocalista Dolores O' Riordan (No Baggage).
Há tempos eu espero por essa notícia. Quem sabe não rola também shows aqui no Brasil se acontecer uma turnê "SUL-americana".
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
(Mais) coisas que me passam na cabeça e o disco do Chickenfoot
0 comentários Quem disse foi Ollie às 02:13 Porque cancelaram Liga da Justiça sem Limites, se, anos depois, foram introduzindo os Justiceiros no desenho The Batman, de longe a mais medíocre das adaptações de um super-herói em desenho animado?
Cara, como tá chovendo por aqui...

Sammy Hagar. Michael Anthony. Chad Smith. Joe Satriani. Cada um desses músicos tem uma carreira sólida (embora com altos e baixos). Resolveram se juntar e montar o Chickenfoot. Onze faixas que cheiram a naftalina. E por isso são tão divertidas.
Sammy Hagar continua com a voz "no ponto", assim como o baixo de Anthony (ambos oriundos - e demitidos - do Van Halen.). Chad Smith (Red Hot Chilli Peppers) continua com a bateria sincopada, com aquela batida as vezes reggae, as vezes funk.
E claro, tem Satriani.
Pouco associado a grupos (exceto o G3) ele realmente merece o título de Deus da Guitarra. Seus riffs são lindos de se ouvir, parecendo ter saído de um álbum de rock do melhor da safra (digno de Deep Purple em seus melhores e clássicos tempos).
E Chickenfoot é isso. Rock clássico feito por roqueiros clássicos. Eu destaco especialmente Learning to Fall. De longe a mais deliciosa do disco.
***
Voltando as "aleatoriedades": alguém me explica quem foi a anta (como diria meu professor) que, terminado o período de Mark Millar e Bryan Hitch nos Supremos, resolveu escalar Jeph Loeb e Joe Madureira pra assumir.
Não! O Pior é que eu sei quem é esse sem vergonha. Seu nome é Joe Quesada.
Numa boa, Quesada é sim um bom editor (o selo Marvel Knights é idéia sua) e um bom desenhista (tendo seu melhor trabalho sido - para mim - Demolidor: Demônio da Guarda, em parceria com o cineasta Kevin Smith.
E o que dizer de Mark Millar e Bryan Hitch em Os Supremos*? Simplesmente a melhor interpretação dos Vingadores desde que os mesmos foram criados. Os Supremos são uma equipe com vinculos governamentais que surgiram em resposta as ameaças que surgiram no "Ultiverso Marvel" como Doutor Destino e Magneto, mas longe de serem heróis altruístas eles não passam de superseres metidos a celebridades. Capitão América era o soldado perfeito, fazia o que tinha que fazer e pronto (até matava, se necessário); Homem de Ferro era o típico playboy**; Vespa e Gigante eram um casal de superseres em crise, com direito ao Hank Pym tomando Prozac e uma briga de casal com sérias consequencias (sérias mesmo) e pra fechar o Poderoso Thor, diferente de ser o Deus Mitológico do Trovão, podia bem ser um louco alucinado.
Eu tenho o encadernado do primeiro volume de Millar/Hitch (de um total de dois) e digo: se um dia fizerem um filme dos Vingadores, que façam baseado em Os Supremos vol. 1.
Pena que Jeph Loeb chegou e estragou tudo. Os Supremos dele parecem um restolho dos piores quadrinhos dos anos 90 (pouco texto, muitos desenhos e poses estranhas). Algumas até mesmo com um certo "apelo sexual". Quem já leu os quadrinhos antigos da image sabe bem do que eu falo.
Bom, por ora é isso. Volto outra hora.
*Os Supremos são a versão dos Vingadores para o Universo Ultimate (Ultiverso) que reimagina os heróis Marvel como que criados no século 21.
**O Homem de Ferro do cinema é uma versão muito mais fiel ao Tony Stark ultimate do que ao Ferroso do universo regular. Até a idéia de máquinas ajudando-o a entrar no traje vem do Ultiverso.
Marcadores: Desenhos, Papo Furado, Quadrinhos
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
Lobo é uma paródia muito bem feita em cima de um outro personagem muito popular nos quadrinhos: o baixinho canadense Wolverine. Só que Lobo é uma espécie de "Wolverine sem Limites". Muito mais brigão, muito mais sádico...e perversamente divertido.
O "Evangelho" trata de duas minisséries clássicas do personagem: O Último Czarniano e Lobo Está Morto. Na primeira, "O Maioral" tem que escoltar uma velhinha a mando de Vril Dox (o chefão da L.E.G.I.Ã.O.). Lobo descobre que essa senhora é a Sra. Tribb, que foi professora dele no primário e escreveu "A Biografia Não Autorizada do Lobo".
Essa mini é muito insana, e nela cai por terra o famoso ditado "no espaço, ninguém pode ouvir você gritar". Tenha certeza disso.
O final me pegou como um tapão na cara (embora eu não devesse me surpreender com isso).
O único ponto negativo é que, apesar de essas serem as primeiras minis do personagem, poderiam ter anexado uma ficha técnica-bibliográfica do mesmo.
Também falta relançarem por aqui "Lobo versus Papai Noel".
Na história "Lobo Está Morto", ele acaba morrendo e indo parar tanto no céu quanto no inferno. O problema é que ele faz arruaça nos dois "ambientes", sendo expulso (para sempre) de ambos. A forma como ele volta a vida (e isso ocorre pelo menos umas três vezes) é impagável.
O encadernado segue o atual padrão da Panini (capa dura e papel couche). O preço é salgado, mas vale a pena pelas altas doses de humor.
Marcadores: Quadrinhos, Resenhas
terça-feira, 18 de agosto de 2009
Como é que eu tô aqui estudando e desempregado, muitos estão formados e também desempregados e o Zina não deve nem ter o primário completo e tem contrato com a RedeTV! ?
Aparentemente a seleção do oitavo membro do CQC já foi toda gravada (ou pelo menos já está bem adiantada) de forma que não poderemos opinar sobre quem vai ser o escolhido (pena, porque eu tenho minhas apostas. Até mesmo falei sobre uma delas em um post não tão passado.).
Acho que vou parar de alugar filmes por um tempo. De três que alugo, só um vale a pena.
Comprei Wolverine: Inimigo do Estado essa semana. O foda é que várias páginas tão fora de ordem. Pô Panini, prestenção!
Aparentemente a seleção do oitavo membro do CQC já foi toda gravada (ou pelo menos já está bem adiantada) de forma que não poderemos opinar sobre quem vai ser o escolhido (pena, porque eu tenho minhas apostas. Até mesmo falei sobre uma delas em um post não tão passado.).
Acho que vou parar de alugar filmes por um tempo. De três que alugo, só um vale a pena.
Comprei Wolverine: Inimigo do Estado essa semana. O foda é que várias páginas tão fora de ordem. Pô Panini, prestenção!
Marcadores: Papo Furado.
segunda-feira, 17 de agosto de 2009
Peter Jackson gostaria de dirigir um filme sobre super-heróis.
0 comentários Quem disse foi Ollie às 15:11O diretor, que gostou muito do filme Homem de Ferro, disse que gostaria de dirigir alguma adaptação de super-heróis para a tela grande. "Nunca li uma única edição de Homem de Ferro, não conhecia o herói, mas adorei o filme. Mal posso esperar pela continuação. O único projeto desse tipo em que já me envolvi foi há muitos anos, quando escrevi um roteiro de Concreto para a Dark Horse. O filme nunca aconteceu, mas o roteiro era divertido e deve estar na estante de alguém por aí", disse.
Fora O Senhor dos Anéis, Jackson é responsável pelo filme Os Espíritos, com Michael J. Fox. Talvez ele fosse o cara adequado para rebootar a franquia Hellblazer (do personagem John Constantine.).
quarta-feira, 12 de agosto de 2009
Isso aqui nada mais é do que um emaranhado de pensamentos (nerds ou não) que me tem passado pela cabeça:
Tanto Naruto quanto Bleach tem estruturas de batalhas épicas similares ao estilão de CDZ e DBZ (porrada atrás de porrada culminando num clímax, as vezes bem arranjado, as vezes não)
Frank Miller foi co-diretor de Sin City e dirigiu sozinho Spirit. Ele é muito bom para "dar pitacos" no cinema (Sin City), mas quando se trata de carregar a carga sozinho, dá algumas derrapadas (Spirit).
De uns tempos pra cá eu tenho revisto minha postura quanto a não assistir filmes dublados: se o elenco de dublagem for bom (por inteiro) eu vejo: fiz isso com Pagando Bem, Que Mal Tem?; Eu, Meu Irmão e a Nossa Namorada (recomendo) e Donnie Brasco (classico).
Preciso retomar minhas leituras de livros, mais que empacadas esse ano
Jeph Loeb escrevendo pro universo Ultimate da Marvel foi ainda pior do que quando ele assumiu o gibi do Hulk (dúvida? Procura por "Ultimatium" na internet. Foi a última bomba dele.).
Esse lance da gripe suína já deu no saco...e mesmo assim ainda me dá nos nervos
Também preciso começar a ser mais cara de pau se quiser deixar de lado essa minha persona de "nerd anti-social" (como foi apelidado em alguns chats) e começar a sair com alguma garota. Verdade que eu queria alguém que pelo menos empatasse com meus gostos pessoais (bem propagados nessa página), mas sabe como é...nerds são uma raça em extinção. Tá difícil.
Fui
Marcadores: Papo Furado
Tem alguns spoilers...
Versão americana da série original inglesa a série "The Office" retrata de forma bem humorada o cotidiano de uma empresa de vendas de papel: a Dunder Mifflin.
No elenco principal temos Steve Carell (Agente 86) como o gerente Michael Scott, um ser altamente engraçado (para os telespectadores, mas totalmente imbecil para seus subordinados, que só o aturam pelo fato de ser ele a pagar seus salários; temos também Rann Wilson (O Roqueiro) como Dwight Schrute, o "Assistente do Gerente Regional" e puxa-saco mor do escritório; o representante de vendas Jim Halpert (John Krasinki), a recepcionista Pam Beesley (Jenna Fischer) e o estagiário Ryan Howard (B.J. Novak).
A série tem uma estrutura fora dos padrões convencionais, funcionando como uma espécie de documentário, onde a própria câmera é um personagem fazendo os personagens interagirem com ela.
A primeira temporada consistiu de 6 episódios apenas. Entre esses episódios ocorreu um jogo de basquete entre o escritório e o depósito, o "dia da diversidade" (onde Michael bancou Martin Luther King).
Pessoalmente eu não peguei o espírito da série já na primeira temporada. Os poucos episódios somados ao clima ácido não me cativaram de início. Mas aí veio a segunda temporada...
Nessa temporada o elenco estava mais afinado, os personagens secundários apareciam mais (como os contadores Kevin, Angela e Oscar - que é gay) e o humor se adequou ao ritmo americano de ser, com mais gags e até mesmo mais tiradas nerds. Nessa temporada também ficou mais aflorado o sentimento que Jim sente pela recepcionista Pam, embora também existissem os clichês e obstáculos para que a união dos dois se concretizasse (ela é noiva de um dos funcionários do depósito).
A terceira reforçou o clichê de casais se formando, sendo eles: Michael e Jen (CEO da empresa); o triangulo Karen-Jim-Pam e o casal Dwight e Angela. Juntaram a filial de Scranton (a "títular" da série) com a filial de Staples, resultando em novos personagens, dos quais só vingaram a vendedora Karen e o representante de vendas Andy Bernard. Entre idas e vindas pra lá de estapafúrdias (e pra lá de cômicas) o cargo de CEO vai parar nas mãos da pessoa que menos se esperava: o estagiário Ryan Howard.
E a quarta?
Essa eu ainda vou acompanhar (já está disponível em DVD), vou dar um jeito de vê-la e postar comentários aqui depois.

Filme de comédia estrelado por Simon Pegg (Star Trek, Chumbo Grosso), Kirsten Dunst (Trilogia Homem Aranha) e Megan Fox (Transformers I e II) conta a história de Sidney Sheldon, um jornalista britânico que faz textos sobre a alta sociedade e de seu período trabalhando para uma grande publicação americana.
Fora o choque cultural evidente (inglês morando e convivendo com americanos) vemos todas as desventuras dele para se encaixar no novo emprego, considerando seu estilo singular de agir. Explico: Sheldon é desses jornalístas que gostam de fazer gracinhas com as celebridades, entrando de penetra e tirando sarro de tudo e todos (exatamente como o repórter Vesgo do Pânico e os repórteres Rafael Cortez e Oscar Filho do programa CQC).
Simon está muito bom no papel, com gags similares a outro gênio britânico, Rowan Atkinson, fazendo uso de um humor extremamente careteiro (atente pra cena em que ele dança em uma boate logo que chega aos Estados Unidos). Outro destaque é Jeff Bridges (Homem de Ferro) que interpreta o chefe de Sheldon.
Falam muito também de Megan Fox, enaltecem a sua beleza e o papel que ela fez em Transformers, mas o fato é que ela é somente isso: um corpo muito lindo, mas não tem aquela atuação memorável (talvez por isso sua personagem no filme seja assim: uma atriz em início de carreira mas cujo os miolos não são bem empregados).
Na outra ponta temos Kirsten Dunst, que apesar de não exibir a mesma beleza de Homem Aranha 1 (ela emagreceu pacas de lá pra cá) é mais atriz que a srta. Fox. Aqui ela interpreta outra jornalista da revista americana por quem o personagem de Pegg tem uma queda.
Lá fora o filme saiu com o nome How To Lose Friends & Alienate People (o livro que inspirou o filme se chama Como Fazer Inimigos e Alienar as Pessoas). Pessoalmente acho esse título melhor que a tradução brasileira, mas fazer o quê?
Recomendo.
Muito do que eu fiz eu não mudaria, entretanto tem muito mais coisas que eu gostaria de não ter feito, ou pelo menos ter feito diferente. Me aproximado de uma certa pessoa, sei lá, me soltado mais das patéticas amarras que me impus, só pra viver em sociedade sem ser taxado de maluco.
Estranho esse texto não? Sei que não é o primeiro que faço na linha (por isso a seção "Papo Furado") mas é meio terapeutico isso aqui. Uma forma de desbloquear a mente para a escrita, desabafar "em ouvidos surdos" e também, sei lá, traçar estratégias para o amanhã.
A faculdade volta em breve. Último semestre daí eu me formo. Mas e depois? O que virá amanhã? Sucesso? Fracasso? Eu não tenho muitas habilidades fora essa minha eloquência com textos escritos (eloquência essa que muitas vezes eu tenho ao vivo também). Do que isso vai me servir (se é que vai)?
Sei lá, o diploma tá quase na mão, mas ele sozinho não é garantia de muita coisa (a falta dele já é: garantia que você REALMENTE não terá uma chance no mercado de trabalho). Isso, porém, é relativo: vê-se muito por aí pessoas formadas mal inseridas no mercado de trabalho e pessoas que sequer foram instruídas estão ocupando cargos elevados (na política temos alguns exemplos...).
Outro problema comum na sociedade hoje é o relacionamento a dois. Eu vejo muitos jovens (alguns mais novos do que eu) falando de "amor eterno e incondicional", só que esse amor geralmente se renova de tempos em tempos...quando trocam-se os parceiros e surgem novos casais.
Verdade seja dita: não existe coisa mais difícil do que se relacionar com outro ser humano, ainda mais do sexo oposto. São biotipos diferentes, mentes diferentes...personalidades diferentes. O tempo vai passando, pode acontecer do relacionamento (seja marital, namoro ou aquela amizade de longos anos) sofrer um eventual desgaste; podem rolar algumas discussões também, que assim como a origem do nosso "pequeno" universo, começam pequenas e podem tomar dimensões gigantescas. Geralmente esse tipo de discussão é bem resolvido, pelo menos em noventa por cento dos casos...o problema são os dez por cento que não se resolvem.
A verdade é que os tempos mudam e nós mudamos junto. Não ficamos nem melhores nem piores, apenas diferentes. Os últimos anos (para mim) foram de intensa mudança pra mim: mudou a escola, mudaram (alguns) amigos, mudei de casa...só não mudei de cidade (embora ela tenha mudado a sua maneira). Isso somado a alguns outros fatores fez minha percepção das coisas mudar. Saiu um pouco aquela visão otimista, pueril e ingenua das coisas e entrou uma ótica mais "cinzenta" eu acho. Deixei de ver as coisas como adolescente e passei a ver as coisas como adulto (pelo menos acho que passei a vê-las dessa forma).
Tudo passou a ter mais peso; as consequências dos nossos atos como adultos são maiores. Não se trata só de levar um esporro dos pais, é um cenário bem maior. Um erro pode significar uma vida, um emprego (geralmente de quem errou), o amor de alguém especial. E como nas discussões citadas acima, as vezes um erro não tem conserto.
Se fosse outra pessoa escrevendo provavelmente usaria os chavôes da auto-ajuda como "o sol vai nascer amanhã", "o meu dia vai chegar" ou mesmo a musiquinha que a Globo usa nas chamadas de fim de ano. Mas...sei lá...como eu disse os anos vão passando e por mais que a gente tente mudar (e eu uso "a gente" porque duvido ser o único que tem esse tipo de pensamento) as coisas parecem não mudar, ou se mudam é muito pouco.
...ainda assim, sempre dá pra sonhar com duas linhas de tempo:
Os tempos de outrora
E o amanhecer de uma nova aurora.
*Título de uma música do Bob Dylan usada recentemente no filme Watchmen.
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