quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Sei lá entende...?

Isso aqui nada mais é do que um emaranhado de pensamentos (nerds ou não) que me tem passado pela cabeça:
Tanto Naruto quanto Bleach tem estruturas de batalhas épicas similares ao estilão de CDZ e DBZ (porrada atrás de porrada culminando num clímax, as vezes bem arranjado, as vezes não)
Frank Miller foi co-diretor de Sin City e dirigiu sozinho Spirit. Ele é muito bom para "dar pitacos" no cinema (Sin City), mas quando se trata de carregar a carga sozinho, dá algumas derrapadas (Spirit).
De uns tempos pra cá eu tenho revisto minha postura quanto a não assistir filmes dublados: se o elenco de dublagem for bom (por inteiro) eu vejo: fiz isso com Pagando Bem, Que Mal Tem?; Eu, Meu Irmão e a Nossa Namorada (recomendo) e Donnie Brasco (classico).
Preciso retomar minhas leituras de livros, mais que empacadas esse ano
Jeph Loeb escrevendo pro universo Ultimate da Marvel foi ainda pior do que quando ele assumiu o gibi do Hulk (dúvida? Procura por "Ultimatium" na internet. Foi a última bomba dele.).
Esse lance da gripe suína já deu no saco...e mesmo assim ainda me dá nos nervos
Também preciso começar a ser mais cara de pau se quiser deixar de lado essa minha persona de "nerd anti-social" (como foi apelidado em alguns chats) e começar a sair com alguma garota. Verdade que eu queria alguém que pelo menos empatasse com meus gostos pessoais (bem propagados nessa página), mas sabe como é...nerds são uma raça em extinção. Tá difícil.
Fui


Tem alguns spoilers...
Versão americana da série original inglesa a série "The Office" retrata de forma bem humorada o cotidiano de uma empresa de vendas de papel: a Dunder Mifflin.




No elenco principal temos Steve Carell (Agente 86) como o gerente Michael Scott, um ser altamente engraçado (para os telespectadores, mas totalmente imbecil para seus subordinados, que só o aturam pelo fato de ser ele a pagar seus salários; temos também Rann Wilson (O Roqueiro) como Dwight Schrute, o "Assistente do Gerente Regional" e puxa-saco mor do escritório; o representante de vendas Jim Halpert (John Krasinki), a recepcionista Pam Beesley (Jenna Fischer) e o estagiário Ryan Howard (B.J. Novak).




A série tem uma estrutura fora dos padrões convencionais, funcionando como uma espécie de documentário, onde a própria câmera é um personagem fazendo os personagens interagirem com ela.




A primeira temporada consistiu de 6 episódios apenas. Entre esses episódios ocorreu um jogo de basquete entre o escritório e o depósito, o "dia da diversidade" (onde Michael bancou Martin Luther King).




Pessoalmente eu não peguei o espírito da série já na primeira temporada. Os poucos episódios somados ao clima ácido não me cativaram de início. Mas aí veio a segunda temporada...




Nessa temporada o elenco estava mais afinado, os personagens secundários apareciam mais (como os contadores Kevin, Angela e Oscar - que é gay) e o humor se adequou ao ritmo americano de ser, com mais gags e até mesmo mais tiradas nerds. Nessa temporada também ficou mais aflorado o sentimento que Jim sente pela recepcionista Pam, embora também existissem os clichês e obstáculos para que a união dos dois se concretizasse (ela é noiva de um dos funcionários do depósito).


A terceira reforçou o clichê de casais se formando, sendo eles: Michael e Jen (CEO da empresa); o triangulo Karen-Jim-Pam e o casal Dwight e Angela. Juntaram a filial de Scranton (a "títular" da série) com a filial de Staples, resultando em novos personagens, dos quais só vingaram a vendedora Karen e o representante de vendas Andy Bernard. Entre idas e vindas pra lá de estapafúrdias (e pra lá de cômicas) o cargo de CEO vai parar nas mãos da pessoa que menos se esperava: o estagiário Ryan Howard.


E a quarta?



Essa eu ainda vou acompanhar (já está disponível em DVD), vou dar um jeito de vê-la e postar comentários aqui depois.

Um Louco Apaixonado


Filme de comédia estrelado por Simon Pegg (Star Trek, Chumbo Grosso), Kirsten Dunst (Trilogia Homem Aranha) e Megan Fox (Transformers I e II) conta a história de Sidney Sheldon, um jornalista britânico que faz textos sobre a alta sociedade e de seu período trabalhando para uma grande publicação americana.



Fora o choque cultural evidente (inglês morando e convivendo com americanos) vemos todas as desventuras dele para se encaixar no novo emprego, considerando seu estilo singular de agir. Explico: Sheldon é desses jornalístas que gostam de fazer gracinhas com as celebridades, entrando de penetra e tirando sarro de tudo e todos (exatamente como o repórter Vesgo do Pânico e os repórteres Rafael Cortez e Oscar Filho do programa CQC).



Simon está muito bom no papel, com gags similares a outro gênio britânico, Rowan Atkinson, fazendo uso de um humor extremamente careteiro (atente pra cena em que ele dança em uma boate logo que chega aos Estados Unidos). Outro destaque é Jeff Bridges (Homem de Ferro) que interpreta o chefe de Sheldon.



Falam muito também de Megan Fox, enaltecem a sua beleza e o papel que ela fez em Transformers, mas o fato é que ela é somente isso: um corpo muito lindo, mas não tem aquela atuação memorável (talvez por isso sua personagem no filme seja assim: uma atriz em início de carreira mas cujo os miolos não são bem empregados).



Na outra ponta temos Kirsten Dunst, que apesar de não exibir a mesma beleza de Homem Aranha 1 (ela emagreceu pacas de lá pra cá) é mais atriz que a srta. Fox. Aqui ela interpreta outra jornalista da revista americana por quem o personagem de Pegg tem uma queda.



Lá fora o filme saiu com o nome How To Lose Friends & Alienate People (o livro que inspirou o filme se chama Como Fazer Inimigos e Alienar as Pessoas). Pessoalmente acho esse título melhor que a tradução brasileira, mas fazer o quê?





Recomendo.

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