domingo, 5 de julho de 2009


Um bom tempo atrás eu disse que ia falar do anime Bleach. Bom, deixa eu falar agora antes que me esqueça de novo.


História criada por Tite Kubo, conta a história de Ichigo Kurosaki (NÃO, não vou inverter a ordem porque estamos no ocidente onde primeiro vem o nome, depois o sobrenome), adolescente de 15 anos que tem a habilidade de enxergar espíritos de pessoas que já morreram. Um dia uma shinigami (Deusa da Morte) de nome Rukia Kuchiki aparece a noite em seu quarto, assustando Ichigo, que prontamente lhe recebe com uma voadora.


Rukia fica pasma com o fato de um humano conseguir vê-la e ouvi-la. Ela então conta quem é e que está atrás de um Hollow (hollows, segundo a mitologia da história são espíritos corrompidos que se alimentam de outros espíritos). Este espírito ameaça a família de Ichigo, que se vê obrigado a se tornar um "Shinigami temporário" para proteger seus entes queridos. A partir daí a saga se desenvolve com Ichigo e Rukia purificando os espíritos dos Hollows, são introduzidos os personagens secundários e, mais pra frente, eles vão até Soul Society (Cidade das Almas), para resgatar um dos personagens. Mas já estou me adiantando.


O anime guarda claras referências/similaridades com Yu Yu Hakusho e, por que não dizer, com Dragon Ball também. De Yu Yu ele pega o tema do mundo espiritual e seus elementos. De Dragon Ball ele pega o humor por vezes pastelão (fase clássica de DB) e as batalhas "foderosas" (fase Dragon Ball Z).


Aliás, as batalhas em Bleach são mais dinâmicas do que em Dragon Ball Z. Enquanto no segundo as batalhas podem se estender por até sete episódios (na melhor das hipóteses), em Bleach os combates não levam mais que três episódios. O fato das batalhas serem de duelos de espadas também torna-as mais interessantes, ao contrário dos Sayajins e suas energias destrutivas similares a ogivas.


As espadas de Bleach são um show a parte. A princípio elas parecem katanas comuns, mas ao longo da série descobrimos que as espadas (zanpakutous) possuem um nome próprio. Uma vez que o "mestre" saiba o nome de sua espada ela muda de forma, ficando mais poderosa.


Não quero entregar muito para não estragar surpresas de quem ainda não viu a série (já tem mais de 220 episódios. Eu só assisti 67).


Quem gosta de aventura, comédia, ação e batalhas espetaculares, assista. Bleach tem tudo isso e muito mais.




Estamos aqui com mais um post de "papo furado" (muitos foram feitos este ano e muitos ainda serão). Esse é pra falar do canal do Youtube de uma guria que eu conheci no Anime Vale: Vivian Frenchel.




Longe de falar da pessoal em si (já que eu não a conheço a esse ponto) quero falar de três dos vídeos que ela dispões no canal, todos "vídeominutos": "Palavra M"; "Guia Prático Contra Assombração" e "Alice". No primeiro temos um vídeo (mal) animado, com claras e explícitas influencias de Cyanide and Happiness onde ela discorre sobre os vários usos da palavra "Merda", no segundo temos um guia prático para acabar com uma assombração, onde o resultado final não foi bem o esperado (para a protagonista), no terceiro temos um curta com uma roupagem gótica para o conto "Alice no País das Maravilhas".




Dona de um estilo com influencias nos "Três Patetas" e "Monty Python Flying Circus" (dois dos grupos de comédia mais influentes do mundo) ela faz do lema "uma câmera na mão e uma idéia na cabeça" sua idéia máxima. Prova que não se precisa de um mega orçamento e um estúdio major por trás para se fazer um bom vídeo, desenvolver uma história, o que seja. Só é preciso "dar a cara pra bater", como se diz no popular.




Acaba de me ocorrer: se com recursos escassos (mais uma vez, comparando com uma produção de médio/grande porte) ela faz vídeos de um humor desses, imagina o que ela não pode fazer com um orçamento maior.






Bom, esse foi mais um dos meus "momentos jabá". Se quiserem ver com seus próprios olhos, fiquem a vontade:




sábado, 4 de julho de 2009


Nota rápida: Ryan Reynolds falou na internet que o filme do Deadpool terá lances metalínguisticos (do tipo o personagem fala e age como se soubesse que é um personagem ficcional).


Explicando melhor: nos quadrinhos do Wade Wilson ele tem ciência que é um personagem de hqs, chegando a fazer menções escrachadas a isso (como em uma edição em que ele menciona que encontrou o Mercenário em número "tal" da sua revista.



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O filme Deadpool tem produção de Lauren Shuler Donner e tem o "selo Fox de qualidade".

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